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Só me dei bem porque eu fiz M.B.A. |
08/05/2008 |
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Ontem fui ver o show original da coreografia mais conhecida do mundo:

Agora só falta ensinar os velhinhos a fazer show de 3 horas que nem o Tubaína. |
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Deu na FOLHA DE S. PAULO:

Mas depois de reclamações da comunidade muçulmana, que achou a foto mal escolhida, mudaram o site e ficou assim:

AGORA SIM!
Como diria Galvão Bueno, "Rrrrrronallldiiiiiinho, destróóóóói, meu filho!!!"
Obs.: Este post é ficcção. A Folha não publicou a segundoa versão (antes que algum mané espalhe por aí...) |
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Jogaram o português do 6º andar... |
29/04/2008 |
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Introdução (ui delícia) musical... |
28/04/2008 |
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É incrível como as pessoas não têm a mínima noção de música... Não que a gente tenha, mas pelo menos a gente disfarça...
Passei hoje na virada cultural, no centrão de São Paulo. No show da Fernanda Takai, tinha duas meninas do meu lado tentando cantar junto as letras. Nem show do serginho malandro bêbado é tão desafinado que aquelas duas... meus olhos reviraram e os ouvidos tentaram se entupir em busca da autopreservação.... E elas cantavam como se estivessem arrasando ali... cruzes... acho que uma cabra canta melhor...
Um tempo depois, no show do Ultraje (que, por sinal, repete mais set list que o Tubaína antes do Tubaína Zero (aguardem...)), no meio de alguma música, todo mundo começa a bater palma. Depois de umas 3 batidas, a galera sai totalmente do ritmo... as palmas já não tem mais nada a ver com nada... mas a galera continua empolgada, fazer o que...
Não precisava nem de aula de música... só um pouquinho de atenção já bastava...
Mas se é pedir muito, pelo menos as pessoas podiam ouvir mais a música do "creu" que, no fundo, é uma aula de solfejo: Primeira lição é uma baladinha romântica (creu... creu...), depois passa para um pop rock (creu, creu, creu) e termina com heavy metal (creucreucreucreucreu...)! |
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Vamos a (mais) um update da situação do Tubaína, já que as cobranças por shows não param...
Seguinte, pessoal... eu sei, estamos há quase seis meses sem tocar. Como diria Chavez (não o Hugo), “Palma, palma, não entrem em cânico!”
Houve uma época em que eu me estressava por causa de algo assim. Hoje, vejo isso de forma bem diferente. Nós não somos “músicos profissionais” – ainda bem! Não dependemos do Tubaína para viver. Pelo contrário, o tempo para a banda é mais escasso que preliminar de cantada do Cebola depois de duas cervejas (“Oi, eu sou o Américo. Vamo?”).
Começando pelo próprio cepolíneo, nosso querido baixista é hoje em dia coordenador de uma porrada de coisas na UniSantana e trabalha todos os dias das 9 às 23h. Pelo menos, ganha bem e tem um monte de alunas gatinhas (pior é que é sério, em ambos os casos!). O mancebo Chucruts, por incrível que pareça, está no último ano da faculdade engenharia! Sim, um formando da POLI-USP! E já trabalha na Rockwell, uma empresa americana que fabrica de parafusos a naves espaciais (o Chucruts ficou nesse último projeto, diga-se). E eu, Mancha, mudei de emprego recentemente, o que me valeu uma promoção para diretor de redação, acompanhada de um bem-vindo aumento de salário... e um proporcional acréscimo de trabalho e responsabilidade!
Trocando em miúdos (odeio essa expressão; me lembra órgãos internos de bois, galinhas etc...), nós três temos mais ou menos 2,5% de tempo livre, para dedicar ao Tubaína.
Agora vem o lado bom: nunca na história desta banda 2,5% de tempo livre foram aproveitados de forma tão perfeita: sem atrasos, com objetividade, empolgação e foco. Tem sido muito divertido e relax montar o novo show.
E por falar nisso... estamos com o novo show pronto!
Acalmaram?
Demorou também porque ele não tem nada a ver com o que fizemos no Dinossauros durante anos. Esqueça aquelas músicas (pelo menos por enquanto).
Daí, inclusive, chamarmos de “Tubaína Zero”, para caracterizar bem que se trata de outro projeto, outra proposta, outra levada.
O problema agora tem sido achar lugar para fazer esse show. O Dinossauros certamente nos abriria as portas, mas não queremos barzinho desta vez. Este é um show para teatro. Não que a gente vá sair declamando Shakespeare, não é isso... É que não tem mais guitarra barulhenta, bateria tonitruante nem vocais gritados. É tudo no estilo “banquinho e violão”.
E fazer esse tipo de som em lugares onde a galera vai em turma, pra beber cerveja ao redor de uma mesa, fatalmente leva à sina da “Música de Barzinho”, do nosso 4º CD (“...É uma grande diversão tocar música em barzinho... ninguém presta atenção, eu me sinto falando sozinho...”).
Não está fácil, pois só podemos marcar de sábado à noite – lembrem-se: o Cebola dá aula de segunda a sexta, até 23h.
Assim, se alguém tiver bons contatos num teatro (pode ser até de escola – desde que seja “bom” e abra aos sábados), nos avise!
That’s all, folks!
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Preste atenção.... |
19/04/2008 |
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Está procurando diversão para o feriado?!?!?
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Ache a letra 'C'!!! |
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